Iniciando pela pergunta sobre o que fazer com um bolada em prêmio que viesse a ser ganha, já posso adiantar que, em toda minha vida os imóveis foram campeões de investimentos de médio e longo prazos. Diferem dos de ganho rápido e arriscado em bolsa de valores ou de ganhos rápidos, mas seguros e metódicos, em poupança e em fundos de investimento.
Nossa maior dificuldade para que os rendimentos tenham sucesso são o imediatismo e o consumismo. Um livro interessante no assunto é “Pai Rico, Pai Pobre” – dos autores Sharon Lechter e Robert Kiyosaki, editora Campus.
No planejamento dos investimentos, no primeiro passo, é interessante adotar o critério da longevidade dos ganhos, após isso separar do montante que certamente será torrado, e com razão, para as aplicações que garantirão o futuro. Nelas obrigatoriamente incluirão as de rendimentos para médio e longo prazos.
Uma coisa que praticamente ninguém faz é contratar um profissional para gerenciar essas aplicações, sem nenhuma dúvida ele devolveria em rendimentos o salário que ganhasse.
Aliás poderia ser feito um contrato de sucesso, exemplo, tudo que ele ganhasse acima do rendimento da poupança lhe daria uma participação, não compensa?
Onde se lê um profissional, pode se ler também uma equipe.
Sei que teríamos que levar em conta que ele arriscaria – se permitíssemos – um dinheiro que não é dele e entregaríamos para alguém algo tão precioso, nosso patrimônio financeiro, confesso que não é uma medida fácil de se tomar, a solução seria um conselho, que envolveria gerentes de banco de nossa confiança, aplicadores de tradição, existe muita gente competente na área.
Dadas essas sugestões, vou desdobrar o assunto, tratando separadamente, principalmente o investimento em imóveis, que virá a seguir.
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