sábado, 18 de maio de 2013

Dropbox - Como fazer backup e guardar seus documentos em nuvens (cloud) - Parte 5

Certamente este é um dos serviços mais amigáveis entre os que oferecem hospedagem gratuita na internet (cloud).

A chance de tê-lo em todas suas máquinas é ótima – ele abre, sem trocadilho, um box, uma pasta, na qual você pode manipular cada um dos arquivos que você enviou, isso sem contar que pode logar e fazer isso diretamente da página da Dropbox.

Como vou sugerir em quase todos os artigos seguintes, é bom que você, ao transferir o que achar que deve em forma de backup, organize seus arquivos por temas e assuntos.

Exemplo:

Demonstração cliente Dez:
Textos
Apresentações
Planilhas

Fotos das Crianças:
João
Manoel
Lourdes

Uma vantagem que coloca o serviço da Dropbox à frente dos outros é o reconhecimento do drive de suas máquinas fotográficas, incluindo-se aqui os celulares, tablets, etc.

Cada vez que você conecta o seu serviço no computador (desktop, notebook, etc.) ele já importa as fotos. Nos móveis, celulares e tablets, tirou a foto ele já a remete para a armazenagem, para a nuvem.

Muito interativo, mas sempre vou recomendar, tenha tudo em sua máquina e, de preferência, em drive externo, vou voltar ao assunto.

A última dele é que, quando você captura a tela ele oferece a hospedagem dela também, ou seja, além de ter o arquivo (foto da tela) na sua máquina, fica na nuvem também.

Como fazer:

Acesse, através de seu computador, o site da Dropbox 

Assim que preencher os dados e criar a senha (para futuro login) ele já começa baixar o serviço para sua máquina e fazer a instalação.

Na foto abaixo está com arquivos DMG e não EXE, porque utilizo um iMac, Apple, e não o Windows, da Microsoft.






Nesse momento é criada a pasta em sua própria máquina, fácil demais, você vai transferindo para ela o que quiser, organizando como sugeri.

Como ele não oferece muito espaço, não deixe de ler os próximos artigos se precisar hospedar músicas e filmes.

Muito bom para deixar sempre as últimas fotos para mostrar para amigos e parentes, mas delete sempre as mais antigas e as que não estão boas para apresentação, com isso você sempre terá as melhores e mais recentes fotos tiradas (celulares e tablets) e as baixadas por máquinas fotográficas em seu computador.

Não deixe de mandar sua opinião se instalar o serviço. 


Artigos envolvidos:

Abaixo os artigos onde estão os serviços que indicamos, calculei o espaço oferecido entre 87 e 100 GIGAS, tudo grátis! É só clicar no nome:


1. Comece por aqui

2. iCloud

3. Google Drive

4. SkyDrive


5. Dropbox


6. Mega.co.nz

7. Box.com - Conclusão





Avisos relevantes:

1. Não há como o blog garantir sobre os serviços que aqui são sugeridos, tratando-se de hospedagem fora de seus domínios é fundamental que se tenha cópia de tudo que envia para a nuvem.
2. Preste atenção: se você perde tudo que tinha na máquina, ela derrete, tem um backup fora dela para a recuperação, na nuvem, mas o inverso é verdadeiro, se o serviço de hospedagem fali, desaparece, você precisa ter salvo tudo na sua máquina também.

3. Dizem os usuários avançados e previdentes que: 

a. quem tem dois backups tem um,
b. quem tem um, não tem nenhum, é uma máxima para ser levada em conta.


4. O mais previdente mesmo, para arquivos de alta segurança, como fotos da vida toda, por exemplo, é ter um drive externo e ali tudo guardado. Eu tenho dois!

5. Uma outra observação interessante é que a escolha dos locais de hospedagens deve ser, mais ou menos, como a sua escolha de uma loja para comprar um algo sofisticado, se nem de seu país for, você assumiu os riscos, como qualquer opção de compra ou de uso.

Como fazer backup e guardar seus documentos em nuvens (cloud) - Parte 1

Você ainda anda com pen drive? 

Faz muito bem, é a segurança que se tem para que um arquivo que precisamos chegue junto conosco. É o mais simples dos backups.


Mas e a utilização de arquivos em nuvem (cloud), tão difundida? 


Certamente já ouviu falar nela, mas que fantasma é esse que nos ronda? 


A partir de agora vou mostrar que este é um fantasminha camarada, como aquele que sumiu dos desenhos infantis... (conheceu?). 


O sistema de nuvem é um atrativo que as maiores empresas de internet/celulares oferecem para guardar arquivos, como algo a mais para que você escolha os seus produtos e serviços. Normalmente é possível acessá-los - tendo internet - a partir de desktops (computadores grandes),
notebooks e celulares (smartphones) de qualquer lugar do mundo. 

A partir daqui ofereço no blog um roteiro com artigos dos serviços de nuvens mais famosos,  serão detalhados um a um, veja os links antes do aviso padrão: 


1. iCloud da Apple;

2. Google Drive, funciona otimamente no sistema Google, que inclui o Gmail, e em computadores em geral;

3. Microsoft SkyDrive, excelente para editar e salvar arquivos do Word, Excel e Power Point;

4. Mega.co.nz e Box.com;

5. Além do forte Dropbox, é claro.

Duvido que você tenha - desde que não seja uma coleção de muitos filmes - arquivos suficientes para colocar no espaço que indico aqui. E olha que nem toquei no assunto "backup" de sua máquina que pode estar neles também. 



Artigos envolvidos:

Abaixo os artigos onde estão os serviços que indicamos, calculei o espaço oferecido entre 87 e 100 GIGAS, tudo grátis! É só clicar no nome:


1. Comece por aqui

2. iCloud

3. Google Drive

4. SkyDrive


5. Dropbox


6. Mega.co.nz

7. Box.com - Conclusão







Avisos relevantes:

1. Não há como o blog garantir sobre os serviços que aqui são sugeridos, tratando-se de hospedagem fora de seus domínios é fundamental que se tenha cópia de tudo que envia para a nuvem.
2. Preste atenção: se você perde tudo que tinha na máquina, ela derrete, tem um backup fora dela para a recuperação, na nuvem, mas o inverso é verdadeiro, se o serviço de hospedagem fali, desaparece, você precisa ter salvo tudo na sua máquina também.

3. Dizem os usuários avançados e previdentes que: 

a. quem tem dois backups tem um,
b. quem tem um, não tem nenhum, é uma máxima para ser levada em conta.


4. O mais previdente mesmo, para arquivos de alta segurança, como fotos da vida toda, por exemplo, é ter um drive externo e ali tudo guardado. Eu tenho dois!

5. Uma outra observação interessante é que a escolha dos locais de hospedagens deve ser, mais ou menos, como a sua escolha de uma loja para comprar um algo sofisticado, se nem de seu país for, você assumiu os riscos, como qualquer opção de compra ou de uso.

O sistema 4G ainda é futuro incerto no celular

O que vc precisa saber sobre 4G o novo sistema de conexão que está sendo inaugurado no Brasil, mais um efeito "copa do mundo":
1. Primeiro uma dificuldade, lembra quando disseram que ia "acabar" a transmissão de tevê analógica (comum, canal 7, etc)? Pois é, é por esse "canal" que trafega o sinal 4G. Isso foi prorrogado para 2018, ou seja, ainda está um pouco confuso por onde vai trafegar o sinal 4G.
2. Mas vamos ao que interessa: o sinal 4G é muuuito mais veloz para os celulares ligados à internet (smartphones) algo em torno de 18x mais ou menos, com uma série de dependências. Algo como você contar até 18 para baixar algo, ou ver uma foto, ou fazer uma conexão no atual 3G. E conta "um" e pronto, tá na tela. Multiplica isso por 5, conte até 5 e o 4G coloca na sua telinha, no 3G seriam um minuto e meio.
3. Quem tem o celular ligado à tevê vai poder assistir um filme alugado pelo telefone em tempo real, sem esperar ou ficar congelando a tela.
4. Não haverá necessidade de ter internet em tudo quanto é lugar, só a do celular serve para tudo, ele se torna um modem, conecta o notebook ou o computador pessoal por ele por bluetooth, wi-fi ou cabo usb.
5. A partir de agora os smartphones vendidos no Brasil já devem vir com 4G, os comprados no exterior não usam a mesma frequência (que é mais rápida lá fora), mas não se iluda, terá que contratar um novo plano e no começo deve custar caro, para pagar os altos investimentos, haverá necessidade de 4x mais antenas. Cada fabricante tem ou anuncia que terá no mínimo 2 aparelhos homologados em 4G.
6. As cidades que receberão a próxima copa das Confederações já devem rodar o novo sistema.
7. Por enquanto ainda a informação sobre o sistema está insipiente, como todo lançamento revolucionário, mas o Brasil é bom de adpatação, vamos aguardar as novidades, vou contando por aqui.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Nalini, Rafael e Feijó em seminário na Marcha dos Prefeitos

As mudanças que as prefeituras devem promover na contabilidade municipal, as melhorias que a medida pode trazer a gestão e as experiências práticas do processo foram destaques do III Fórum Permanente de Contadores. O encontro ocorreu na tarde desta quarta-feira, 16 de maio, como parte da programação paralela da XV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.
Na abertura do debate, o Coordenador-Geral de Normas de Contabilidade Aplicadas à Federação do Tesouro Nacional, Paulo Henrique Feijó da Silva, falou sobre a importância de os Municípios começarem o processo de implantação das Normas Internacionais de Contabilidade. Ele também mencionou como a Contabilidade pode contribuir para o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal e a nova Lei de Transparência.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

A matemática das multas de trânsito

Muitas vezes você deve se perguntar qual é o limite exato que seu carro pode trafegar nas ruas, nos perímetros das cidades e nas rodovias, acima da velocidade permitida, para não levar multa.

Existe uma versão que seria possível atingir até 10% acima dos limites estabelecidos? Seria isso uma verdade?
- Não, isso é ficção, o número está mais para 7 do que para 10 por cento e o cálculo é ao contrário do que dizem é um redutor e não um acréscimo, mas é uma matemática muito simples. Vamos explicar.

Por vezes, quando chega a dolorosa multa, aquela que ninguém planeja receber, pensamos - "Poxa, eu passei tão pouquinho do limite, isso não tem nenhum tipo de perdão?". Limite é limite, não há perdão.

Na verdade, se prevíssemos uma ou duas multas de trânsito por ano no nosso orçamento mensal é provável que não tivéssemos nenhuma. Pense: todos os meses, quando você fosse revisar seu orçamento pensaria:
- "Não foi este mês ainda que ela chegou, vou continuar tomando cuidado, andando no limite", é bem provável que ela nunca viria.

Mas vamos aos cálculos e repetimos, o ideal é respeitar o limite imposto.

Então quanto é que realmente podemos ultrapassar do limite de velocidade?

A matemática falsa

Como já afirmamos, o limite falso de 10% que seria possível ultrapassar ao imposto para a via é boato e dos perigosos, pode levá-lo a receber multas de trânsito por uma infração irrisória.

Se isso fosse verdade seria assim:

Limite Cidade - Estrada 
Regra falsa: Velocidade permitida + 10% de tolerância = Total

60 p/h + 6 = 66 p/h
110 p/h + 11 = 121 p/h

A matemática correta

Gostar de trafegar nos limites máximos é sempre um opção pessoal, nossa sugestão continua na necessária calibragem do pé e/ou do piloto automático para que o veículo rode exatamente na velocidade estabelecida para o local.

Mas... caso você ultrapasse esse limite por alguma razão, saiba que o cálculo para atingir o verdadeiro limite não é feito com o acréscimo de uma porcentagem à que você estava e sim em um desconto para ver se excedeu a velocidade permitida. Isso complica um pouco mas é explicável.

O resumo é que, para que os radares fixos ou móveis viessem a ser adotados, o
Inmetro - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia, impôs uma margem de erro para o flagrante, daí estabeleceu-se a tolerância de 7% na velocidade registrada no momento.

Desta forma, sempre que o radar (ou instrumento equivalente) flagar uma velocidade haverá tolerância de 7%, como veremos no exemplos abaixo.

Exemplos:

  1. Caso de multa - Trafegar no entorno de uma cidade a 100 km quando a velocidade estabelecida for 90 por hora.
    O carro estava a 100 p/h tem uma tolerância de 7% = 93 p/h.
    Velocidade permitida 90 p/h – multa por excesso de 3 km p/h.

  2. Mesmo caso, sem multa - Trafegar no entorno de uma cidade a 96 km quando a velocidade estabelecida for 90 por hora.
    O carro estava a 96  p/h tem uma tolerância de 7% = 89 p/h.
    Velocidade permitida 90 p/h – não há multa.

    Saiba também que, para os pés de chumbo, quanto mais esse excesso sobe mais a multa cresce, os pontos crescem e a infração se agrava.

    Para quem gosta de correr riscos

    Considerando esse redutor de tolerância no flagrante, para quem tem sangue frio e gosta da ativar a adrenalina dirigindo no limite, produzimos uma tabela.

Colocaremos a seguir o limite que, ultrapassado, não implicará em multas tendo em vista a tolerância imposta pelo Inmetro.

Explico o primeiro exemplo para valer para os demais

Em uma cidade que o máximo da velocidade permitida é de 60 km por hora, quanto que podemos ultrapassar? Resposta 64 km p/h.

64 km p/h - 7% = 59,52 - que é menos que os 60 máximos permitidos.


Velocidade
permitida
Máximo a atingir
sem multa
Regra da tolerância
Velocidade real aferida (arred)
60
64
64 (-) 7%
59
70
75
75 (-) 7%
69
90
96
96 (-) 7%
89
110
118
118 (-) 7%
109
120
128
128 (-) 7%
119




Legislação

Quem trás o desconto por tolerância de 7% na velocidade flagrada para a legalidade é a portaria 115, do Inmetro, datada de 29 de junho de 1998, aparentemente em vigor, foi ela que deu vida aos radares móveis (aferição).

Velocidade medida - é a velocidade em que o veículo estava;
Velocidade permitida - óbvio, a máxima permitida para a via;
Velocidade considerada - é a velocidade medida MENOS o limite de tolerância do Inmetro.


quinta-feira, 12 de abril de 2012

Notinhas do dia: Vistos para os EUA e a queda de juros

EUA


"Diga-me com quem anda e te direi quem és", ao longo dos anos a impressão é que não éramos bons amigos, até parece que os espanhóis pensam assim até hoje, mas não é o que os americanos estão pensando!
Com mais dois consulados - BH e POA -, facilidade para quem vai muito para lá, mais funcionários nas embaixadas e ótimos contadores para informar o lucro que os brasileiros dão, os nossos amigos do norte das américas declararam: - Brasileiro é bem-vindo.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Ação de baixar juros dos bancos oficiais é radical

Numa ação coordenada e política do governo brasileiro, os juros sobre empréstimos dos bancos oficiais, leia-se Caixa e Banco Brasil, baixaram significativamente.
O que chama a atenção é que não está sendo algo tímido, como já ocorreu em outras vezes, e nem tem uma crise totalmente estabelecida para que isso seja necessário.